Implante dentário sem osso suficiente é possível em Porto Alegre?

Falta de osso não elimina o implante dentário, muda o planejamento. Veja os caminhos possíveis e o que a tomografia precisa mostrar antes.

Ilustração conceitual sobre implante dentário sem osso suficiente é possível em porto alegre?

Falta de osso impede o implante?

Na maioria das vezes, não. Muda o caminho.

"Você não tem osso" é uma frase que muita gente ouviu anos atrás e tomou como sentença definitiva. Hoje ela quase nunca é. O que existe é uma condição que precisa ser resolvida antes ou contornada com técnica, e a decisão entre uma coisa e outra sai da imagem.

O que a tomografia mostra é quanto osso existe, onde ele está e o que dá para fazer com ele.

Por que o osso some

Porque o dente não está mais lá.

O osso da arcada existe em função das raízes. Quando o dente sai e nada ocupa o espaço, aquela região deixa de receber o estímulo da mastigação e começa a ser reabsorvida. O processo é lento, silencioso e indolor, e por isso passa despercebido por anos.

Doença periodontal avançada acelera a perda. Uso prolongado de prótese removível, que apoia na gengiva, também contribui.

Os caminhos possíveis

Quatro, resumidos.

Enxerto ósseo, que reconstrói a região antes de o implante entrar e acrescenta uma cirurgia e meses de espera ao calendário. Levantamento de seio maxilar, indicado na arcada de cima quando falta altura. Implantes de dimensões diferentes, escolhidos para trabalhar com o osso que existe. E mudança de posição ou de estratégia protética, distribuindo os implantes onde há osso e planejando a peça sobre isso.

Qual desses cabe no seu caso não é escolha de preferência. É leitura de imagem.

Enxerto dói mais?

Soma inchaço e alonga o desconforto inicial.

O padrão de recuperação é o mesmo: pico entre 48 e 72 horas, melhora progressiva depois. A diferença está na intensidade e na duração desse começo, principalmente em enxertos de maior extensão, e na disciplina com as restrições da primeira semana.

O tempo de espera até o implante entrar é o que mais pesa para o paciente, e ele é informado antes.

Quem quase sempre precisa de enxerto

Três perfis aparecem com frequência.

Quem perdeu o dente há muitos anos e nunca repôs. Quem usa prótese total há bastante tempo. E quem perdeu dentes por doença periodontal avançada, em que a perda óssea já era parte da doença antes da extração.

Nenhum desses perfis está fora do tratamento. Todos têm um calendário mais longo.

O que fazer se você ouviu que não tinha jeito

Peça uma nova avaliação com imagem atual.

Diagnóstico de anos atrás foi feito com a imagem daquela época e com as técnicas daquela época. Se a informação que você tem é antiga, ela merece revisão antes de virar decisão de não tratar.

A tomografia e a leitura dela acontecem na unidade da Av. João Pessoa, número 1917.

Existe um grupo grande de pacientes em Porto Alegre que ouviu de alguém, anos atrás, que não tinha osso para implante, e que desde então convive com prótese removível sem nunca ter refeito uma imagem, quando é exatamente essa imagem atualizada que decidiria se o caso tem ou não solução hoje.

Como a tomografia mostra o que a radiografia não mostra

Ela dá a terceira dimensão.

A radiografia panorâmica é uma imagem plana e útil para visão geral, mas não informa a espessura do osso, que é justamente a medida que decide se um implante cabe naquela região. A tomografia mostra altura, espessura e a relação exata com estruturas que precisam ser respeitadas.

Planejar implante sem essa informação é trabalhar com metade dos dados.

Enxerto pequeno e reconstrução grande são coisas distintas

E a diferença muda o seu ano.

Um enxerto localizado, feito na mesma sessão da instalação, quase não altera o cronograma e tem recuperação parecida com a do implante isolado. Uma reconstrução extensa é outra cirurgia, com meses de espera até a região estar apta, e com um pós-operatório mais intenso nos primeiros dias.

Perguntar em qual dos dois o seu caso está evita frustração no meio do caminho.

O que acontece se você decidir não fazer o enxerto

O plano muda, e às vezes existe alternativa.

Em parte dos casos, dá para trabalhar com o osso disponível usando implantes de outra dimensão, mudando a posição planejada ou alterando a estratégia protética. Em outros, não há alternativa técnica segura, e insistir seria instalar um implante sem ancoragem suficiente.

A resposta é do seu caso, e ela vem da imagem, não da preferência.

Serve como orientação. Quem responde pelo seu caso é o exame.

Só o exame responde o seu caso

A avaliação com exame de imagem transforma dúvida em um plano com etapas e prazos definidos. Agende na unidade Porto Alegre — Av. João Pessoa.

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