As etapas do tratamento, da avaliação à coroa definitiva

Da primeira consulta à prótese final, o tratamento tem etapas nomeadas e previsíveis. Veja o que acontece em cada uma e o que se decide ali.

Ilustração conceitual sobre as etapas do tratamento, da avaliação à coroa definitiva

Implante não é um procedimento. É uma sequência. E saber o nome e a função de cada etapa muda bastante a experiência, porque troca a sensação de processo indefinido por um percurso com marcos.

Tudo começa pela avaliação, que é mais do que uma conversa: exame clínico, anamnese do histórico de saúde e das medicações em uso, e exame de imagem. Normalmente tomografia, que é o que mostra volume ósseo em três dimensões.

Depois vem o planejamento, a etapa que o paciente menos vê. É nela que se define quantos implantes, em que posição, com qual dimensão, se há necessidade de enxerto e qual será a prótese final. O planejamento parte do resultado desejado e volta até a cirurgia, nunca o contrário.

É aqui também que aparecem as condições prévias. Doença periodontal ativa, cárie ou infecção precisam ser tratadas antes, porque operar num ambiente com infecção comprometeria a integração.

Saber a sequência antes da primeira consulta em Porto Alegre reduz boa parte da ansiedade de quem nunca passou por isso.

A cirurgia de instalação é a etapa mais temida e costuma ser a mais rápida. Anestesia local, com ou sem sedação conforme indicação, e o implante posicionado no osso de acordo com o planejamento. Dependendo do caso, um provisório entra na mesma sessão.

Aí começa a osseointegração, que é tempo de espera com retornos programados, e esses retornos não são protocolo burocrático: é neles que se acompanha a cicatrização da gengiva, se identifica qualquer sinal de que algo não está integrando como deveria e, ao final, se confirma a estabilidade do implante antes de avançar para a prótese.

Com a integração confirmada, começa a fase protética: moldagem ou escaneamento, escolha de cor e formato, provas intermediárias, ajustes de encaixe da mordida. São mais consultas, porém curtas e sem cirurgia.

A instalação da coroa ou da prótese definitiva encerra a fase ativa. Ajustes finos de oclusão nas semanas seguintes são normais e fazem parte do processo.

A última etapa não termina: é a manutenção. Consultas periódicas para avaliar a gengiva ao redor do implante, verificar o encaixe da prótese e fazer a limpeza profissional específica da região. É o que sustenta o resultado ao longo dos anos.

Leia como orientação, não como avaliação. As etapas, os prazos e as condutas de cada caso são definidos individualmente, após exame e análise do histórico de saúde.

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